sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Na cama do papai e da mamãe
pra quem não entendeu direito: "Egg. tatá. aió. ai ai. aioooou (silver?) Bungie jump. nanar. nanar. no. nao. nein. nyet. mé. qui. nanaaaaar..."
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Tem pai que chora por cada coisa...
Eu choro de ver isso aqui, minha bebezinha pequena que cabia no meu antebraço, andando sozinha com sua mochila rumo à escola.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Mothra e Macaquinho: Me desculpem, seu destino não está mais em minhas mãos, ou mesmo pés.
Vocês ficam aí dizendo que a Lucia está independente depois ela acredita e não quer mais nem brincar de "Lucia, Mothra e Macaquinho". Agora ela arranca os pobres das minhas mão ou pés, controla seus próprios fantoches e desenvolve complexas e inacessíveis micro-histórias com eles, como se não bastasse puxar as cordinhas invisíveis de seus marionetes preferidos, os pais. Só consegui recuperá-los porque, como uma boa portadora de cromossomos duplo X, ela largou tudo pra ver uma roupinha.
Ou isso ou ela vai ser veterinária, especializada em inseminação artificial. O processo, sabemos, é bem parecido.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A cinéfila que foi sem nunca ter ido
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Lucia Croft e a aventura em que todos os dedos continuam onde deveriam estar
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Fui buscar uma menina na escola e me entregaram um hamster. Como assim?
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Um papelão transoceânico pra Lucia sentar

Acho super legais esses móveis de papelão, são ultra-ecológicos e tal, mas por hora só vende na Austrália. O que será pior pro meio-ambiente: Comprar uma cadeira de plástico no Brasil ou mandar transportar uma cadeira de papelão lá do outro lado do mundo até aqui?
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Se existisse legenda telepática ela seria o seguinte:
"O que esse recibo ta fazendo no chão? Lugar de recibo não é no chão, vou guardar nessa cadeira aqui. Pensando bem, melhor não, vou guardar no meu cercadinho mesmo. Ou jogar no chão, whatever. E essa bolsa verde de neném? Ninguém merece. Alou? tenho um ano e quatro meses. Vou é tirar minha roupa daqui. Oh, uma fralda, eu sei pra que isso serve. Vou colocar. Ah, já estou com uma. Então vou guardar em uma mala mais apropriada pra meninas da minha idade. E esse gato vendo tudo? Essa mala cai muito, vou achar outro lugar. Um lápis de cera! Vou rabiscar a porta. Que gosto de cera. PAPAI! Um beijo pra você. Vou rabiscar seu celular. Um gato, um gato! Beijo pro gato. Lacan, não fuja dos meus beijos! Ai como eu gosto dessa fralda, vou fingir que é um ursinho. Quem foi o folgado que deixou essa roupa aqui? Que bonita, vou vestir. Ou bater em você com ela, papai, que me pôs o vestido de bolinhas em vez dela. Ah, entendi, essa roupa não está girada o suficiente, vamos resolver isso. Olha, acabou a música. Era "Electricityscape", dos Strokes, que você tem ouvido que nem um obsessivo né? tchau."
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Nada é tão ruim que não possa piorar mais tarde (ou: não, não, pule a cerca!!)
De qualquer maneira, tunguei a tirinha do Calvin do post dele, que por sua vez tungou do ótimo depósito de calvins. E recomendo a leitura do seu emocionante post.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A nuvem sobre o novo livro
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Lucia expulsa do berçário e seu pai impedido de entrar na escola.
Ainda lembro, eu saindo do berçário olhando aqueles pais de crianças mais velhas esperando na porta e passava por eles como alguém que tem livre acesso à escola devido a meus privilégios de pai de bebê. Hoje o segurança da escola posicionou seu corpo de forma a sugerir que eu não desse outro passo pra dentro, sem precisar me dar um mata-leão ou mesmo falar qualquer coisa, ele é um gentleman e eu entendi na hora: eu agora sou um daqueles pais.
Chegamos no prédio, tirei-a do carro e por alguma razão ela estava dando risada. Em vez de levar ela no colo como sempre faço, olhei pra ela e disse: g1, é? E fomos andando de mãos dadas para casa. Antes de jantar fomos passear lá embaixo, ela subiu e desceu escadas com segurança, exceto no último degrau, em que faltou chão e ela foi de testa, ganhando seu primeiro galo.
Isso tudo está rápido demais pra mim. Quantas vezes você pode ser atropelado pelo mesmo carro? Parece que muitas, se o motorista é o tempo.
Lucia e os fósseis eletrônicos
domingo, 7 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Senhorita L. Potter flagrada em involuntário ato mágico no mundo dos, como se chama mesmo quem não faz mágica, os mungols...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Haveriam piolhos na cabeça de bebês gigantes que vivem sobre o pé de feijão?
Tendo ninjisticamente se esgueirado adentro do gigantesco berçário nas nuvens, localizado à Estrada do Pé de Feijão, sem número, fundos, Lucia efetuou um minucioso exame no dourado couro cabeludo da bebê gigante e afirmou o seguinte:"Não há nada aqui neste berçário, onde o acesso é deveras difícil, eu digo. Cheira a lavanda. Olho tudo com meus próprios dedos. Só falta remexer este couro cabeludo aqui. Parece ok, tem... somente essas saliências grandes... essas... oh meu deus, elas se mexem! São do tamanho de tatuís parrudos e aparência vilanesca, como se fosse um fritopan com patas. E babam! Eles... Meu deus eles nos viram, eles nos viram corraavamoaaaaaaraaarghhhhh aaraaaaarghh aaaa."
Tudo foi relatado pela própria Lucia, de forma que é bem possível que haja aí alguma dose de exagero dramático, estando a prole dos gigantes saudável como um pé de feijão, como costumam dizer suas colossais avós.
PS:
A ana elisa não é gigante, não tem piolhos convencionais ou assassinos, é uma linda e é parceirona da Lucia nas aventuras de berçário.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Lucia, Mothra e Macaquinho, somos super-fofos vamos te ajudar...
Nenhum vídeo da Lucia está completo sem um gato em pânico no final. Quanto aos beijos, acho que Mothra e Macaquinho vão ficar bem até a Lucia descobrir que são meras marionetes do papai. Aí ela que vai querer mandar neles.




